Tramandaí enfrenta a crise

Em dezembro, ainda como vice, Anderson não imaginava o que estava por vir
Tramandaí é um dos municípios do Litoral Norte do Rio Grande do Sul que mais sente a crise. Teve a redução dos repasses federais, queda dos recursos provenientes de royalties petrolíferos e esforça-se para manter o Hospital da Ulbra em funcionamento.
Agora vem mais outro grande problema para o prefeito Anderson Hoffmeister (PP): enfrentar o descontentamento de parcela significativa do funcionalismo municipal. Com as finanças estranguladas, o município deu apenas 3% de reajuste salarial à categoria, bem abaixo do que outros municípios da região como Capão da Canoa e Imbé deram.
Alguns segmentos do funcionalismo estão muito insatisfeitos e podem deflagrar paralisações, manifestações e greves. Anderson acena com a possibilidade de conceder reposição até o final do ano, caso haja condições financeiras.
O momento é difícil para o município de Tramandaí. A esperança é a implantação do parque eólico que só se concretizará no ano que vem. Enquanto isto, a prefeitura precisa apertar o cinto.
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