Crise hospitalar vai pesar na campanha eleitoral

Se imaginasse que a situação iria chegar a este ponto, em pleno período pré-eleitoral, o prefeito de Osório, Eduardo Abrahão (PDT), certamente teria tomado uma atitude definitiva em relação ao Hospital já em março deste ano.
Os respingos na campanha eleitoral serão muitos, com a oposição batendo forte na crise hospitalar e no que seria uma resposta demorada da Prefeitura. Isto já foi possível observar na última sessão da Câmara, com os vereadores Roger Caputi (PMDB) e Rossano Teixeira (PP) entrando em embate por causa da bancarrota do São Vicente e da iminente intervenção do Executivo Municipal.
Se observarmos outros municípios, as atitudes dos prefeitos e respectivas equipes foram tomadas nas primeiras convulsões dos hospitais locais, caso de Canela (RS), Rio Grande (RS), Santana do Livramento (RS), Cruz Alta (RS), Gramado (RS) e Gaspar (SC). Em Osório a situação foi tratada com meros paliativos, sem uma ação proativa do prefeito e outras lideranças da comunidade.
A intervenção possui aspectos perigosos para a administração municipal, como a gigantesca dívida do Hospital, os processos judiciais e a possibilidade de um aprofundamento dos problemas. Pode ser o céu ou o inferno, o que só o tempo mostrará.

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