Hospitais de Osório e Tramandaí vivem realidades opostas

Enquanto em Osório a administração municipal apostou num modelo hospitalar filantrópico fortemente patrocinado pelo poder público, em Tramandaí a opção foi pela gestão do Hospital por entidade eminentemente técnica.
Em Osório os elevados custos levaram o Hospital a pedir a intervenção da Prefeitura, o padrinho político dos momentos difíceis. Estabelecida a intervenção, medidas são adotadas, mas ainda pairam dúvidas sobre o futuro da entidade, pois as dívidas ultrapassam a casa dos R$ 8 milhões.
Já o Hospital de Tramandaí passou a ser administrado pela Fundação Hospitalar Getúlio Vargas, o que qualificou o atendimento em diversos setores, como se vê em matéria publicada neste espaço.
Duas realidades bem distintas: uma apostou na política e na filantropia escorada no setor público e a outra buscou apoio de entidade técnica do setor hospitalar. Adivinha quem está bem e quem está mal?

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