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Polícia combate quadrilhas em Capão da Canoa

vtrs Polícia CivilNa manhã desta sexta-feira (22), a Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia de Capão da Canoa, deflagrou a Operação Sem Carinho, com o objetivo de combater crimes de homicídios e tráfico de drogas naquela região. Cerca de 125 policiais civis, com o apoio de 30 policiais militares, cumpriram 15 mandados de prisão e 51 mandados de busca e apreensão.
Durante a ação, 18 pessoas foram presas e dois adolescentes apreendidos. Foram apreendidas armas, drogas e celulares.
O nome da Operação Sem Carinho faz referência a uma das famílias investigadas, cujos integrantes tinham tatuado em seus braços a expressão “sem carinho”, utilizando esta expressão no momento da execução das vítimas.
Cães farejadores da Brigada Militar auxiliaram os policiais nas buscas a drogas. Os presos foram conduzidos à DP de Capão da Canoa para os procedimentos de polícia judiciária e depois à penitenciária.
FONTE: Polícia Civil

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Suspeito de homicídio na passarela está na Penitenciária

Hoje pela manhã o suspeito de matar a estudante Vanessa Rodrigues, 20 anos, apresentou-se na Delegacia de Polícia de Osório, acompanhado de advogado.
O jovem, de 22 anos, foi encaminhado à Penitenciária Modulada, localizada no município, pois teve decretada pela Justiça prisão temporária. O homicídio se deu numa passarela sobre a BR 101, onde houve desentendimento entre o suspeito e a vítima, tendo ocorrido morte por esganadura.
A Polícia Civil considera o caso praticamente encerrado. O delegado Alexandre Souza tem 30 dias para concluir o inquérito, encaminhando-o em seguida ao Poder Judiciário.

Estudante é morta na passarela

Vanessa Rodrigues

Vanessa Rodrigues

Acabo de vir da Delegacia de Polícia de Osório, na busca de informações a respeito do homicídio da jovem Vanessa Rodrigues, 20 anos, estrangulada na passarela sobre a BR 101 que dá acesso à Escola Ildefonso Simões Lopes. Perto do corpo foram encontrados dois telefones celulares.
Agora a expectativa fica por conta da procura ao principal suspeito. Informações nos chegaram, mas nos resguardamos de sua publicação para evitar prejudicar as investigações que estão sendo chefiadas pelo delegado Alexandre Souza.

Denarc palestra para estudantes

Palestra foi no plenário da Câmara de Osório

Palestra foi no plenário da Câmara de Osório

Hoje pela manhã, no plenário da Câmara Municipal de Osório, agentes do Departamento Estadual do Narcotráfico, o Denarc, falaram a estudantes da Escola General Osório. Eles abordaram os efeitos dos entorpecentes no organismo humano, repercussões sociais e familiares e a atuação da Polícia e Judiciário em relação ao consumo e tráfico de drogas.
Mais uma excelente iniciativa da direção da Escola General Osório, atuando profilaticamente junto aos adolescentes, fazendo orientação e dando o ponto de vista policial sobre este grave problema da nossa sociedade. A escola possui atividades específicas para combater a violência, o que também abrange a prevenção às drogas.

Operação contra fraude previdenciária chega a Xangri-Lá

Celso B. Barbosa

Celso B. Barbosa

Hoje a Polícia Federal desencadeou operação contra fraude no seguro-desemprego e INSS. Aconteceram prisões e conduções coercitivas. Um dos levados a prestar depoimento foi o ex-prefeito de Xangri-Lá, Celso Bassani Barbosa.
Conforme a Rádio Gaúcha, estão sendo cumpridos sete mandados de prisão preventiva, 12 de condução coercitiva e 26 de busca e apreensão. Há também quatro ordens de proibição de frequência ao Sine e duas ordens de suspensão de exercício de função pública. Os mandados são cumpridos nos municípios de São Leopoldo, Novo Hamburgo, Sapiranga, Capela de Santana, Campo Bom, Charqueadas, Xangri-Lá, Parobé, Nova Hartz e Portão.

Polícia Civil investiga desvio de R$ 1,4 milhão no Hospital de Osório

Alexandre Souza

Del. Alexandre Souza

Hoje à noite o delegado Alexandre Souza abordou a investigação de desvio de recursos e falsidade ideológica no Hospital de Osório na audiência pública realizada na Câmara Municipal. Segundo ele, o montante do desvio chega a R$ 1,4 milhão.
Souza explicou que trata-se de investigação complexa, pois o principal suspeito e outras pessoas evitaram dar maiores informações à Polícia.
Como a DP ainda espera a chegada de documentos e falta a perícia de um computador do Hospital, realizada em Porto Alegre, o caso deve demorar um certo tempo até a conclusão. Ocorreram quebra de sigilo bancário e levantamento patrimonial do suspeito.
“A autoria e a materialidade do crime estão bem configuradas. Já temos bastante elementos e hoje poderíamos fechar o inquérito com o indiciamento. No entanto há outros crimes. E quanto maior o número de elementos probatórios a gente colher, melhor é”, afirmou.