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Lasier Martins ingressa no PSD

Ciro Simoni pede votos para Lasier em Osório

Ciro Simoni pede votos para Lasier em Osório

O senador Lasier Martins assinou ficha no PSD nesta terça-feira (24), na Churrascaria Braseiro, em Porto Alegre. Estavam presentes os presidentes nacional e estadual do partido, Gilberto Kassab e José Paulo Cairoli respectivamente.
Lasier votou pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, o que o colocou em atrito com a cúpula do PDT. Na campanha eleitoral de 2014 esteve em Osório, ocasião em que foi recepcionado pelo PDT local e pelo deputado Ciro Simoni. “Ingresso num partido em crescimento”, afirma Lasier. Ele pretende assumir a vice-liderança do partido no Senado em 2017 e a liderança em 2018.

FOTO: Campanha eleitoral de 2014 em Osório. Lasier Martins entre Ciro Simoni e o candidato a governador Vieira da Cunha.

Câmara mantém financiamento privado de campanhas

votaçãoNesta semana a Câmara dos Deputados derrubou a decisão do Senado que proibia o financiamento privado das campanhas políticas. Desta forma, as empresas podem continuar fazendo doação para partidos e candidatos.
O argumento de quem quer a manutenção do atual modelo é de que o financiamento exclusivamente público ou de pessoas físicas deixa as portas abertas para o uso escancarado do caixa 2, ou seja, a destinação de recursos sem prestação de contas e fora do alcance dos órgãos fiscalizadores.
Por outro lado, existe a preocupação com a influência excessiva do poderio econômico nas campanhas eleitorais, deixando a disputa extremamente desigual, provocando a formação de bolsões eleitorais e agrupamento dos quadros partidários em torno de um mesmo grupo de candidatos e respectivos financiadores, interessados em manter estreito contato com o poder público.
O site da Folha explica como está o andamento desta questão na capital federal. Para acessar matéria clique aqui.

Edson Brum: “PMDB deve ser protagonista na estabilização da política nacional”

Dep. Edson Brum

Dep. Edson Brum

Entrevistei o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Edson Brum (PMDB), a respeito da vida institucional da Casa, enfocando também temas clamantes como aumento de impostos e segurança pública. Claro que não poderíamos deixar de lado o Governo Dilma e a crise em seu entorno, potencializada pela avalanche de denúncias que surgem com a Operação Lava-Jato.

1)Como a Assembleia Legislativa pretende qualificar o controle e transparência sobre as despesas dos gabinetes de cada parlamentar?
Já existe rigoroso controle, interno e externo. Pelo sistema de cotas, cada gabinete precisa ser gerenciado com as responsabilidades e limites de uma microempresa, havendo prestação de contas permanente. Também de forma permanente, a Assembleia, como um todo, está submetida a todos os órgãos de controle externo, como o Tribunal de Contas do Estado e CAGE.

2)O Governo Sartori acena com aumento de impostos. A Assembleia Legislativa promoverá amplo debate sobre esta questão?
Já promove. O Parlamento gaúcho se dedica a todas as questões de Estado, incluindo a busca de caminhos para a superação da crise financeira. Faz-se isto por meio dos trabalhos das comissões temáticas, pela articulação exercida com os demais poderes e, logicamente, no exercício de cada um dos 55 mandatos parlamentares aqui sediados.

3)A crise financeira do Governo do Estado precisa ser enfrentada, mas há perspectivas para investimentos no Litoral Norte, como a ponta Tramandaí-Imbé, Avenida Litoral, construção de UPAs, investimentos em hospitais e acessos rodoviários aos municípios? A AL tem debatido a necessidade de uma agenda mínima de investimentos do Governo do Estado?
Sim, esta discussão estará presente na medida em que o governo enviar à Assembleia seus projetos.

4)A AL tem algum setor tratando da necessidade de aumento do efetivo da Brigada Militar e Polícia Civil?
Sim, estes assuntos são tratados, prioritariamente, nas reuniões e audiências da Comissão de Segurança e Serviços Públicos.

5)Como o senhor vê o PMDB neste momento crítico da política nacional, com o Governo Dilma em grande descrédito? O PMDB pode ser protagonista de uma mudança positiva no Brasil?
O PMDB é um partido que tem, na sua gênese, a defesa da manutenção e do aperfeiçoamento da democracia. Nesta hora de fragilidade, não poderia ser diferente. O PMDB deve ser protagonista no processo de estabilização do atual momento político brasileiro.

Uma nova política para o Brasil

reforma políticaEste país possui uma legislação eleitoral extremamente detalhista, determinando prazos de forma cansativa, visando regular a propaganda, os encaminhamentos documentais e as contas das legendas e candidatos. Na vida real a política brasileira, em linhas gerais, é uma forma de chegar ao poder por meio de escandalosos gastos durante a campanha, o que exige o forte apoio de grandes empresas, muitas delas ligadas umbilicalmente ao setor público em razão de rendosos, ou superfaturados, contratos.
O maior erro da política nacional é centrar o poder todo num sistema eleitoral falido, onde os partidos, a maioria viciados na má política, são os grandes controladores do processo. Ora, uma pessoa para ser eleita vereadora ou deputada, não deveria precisar ser filiada a partido, o que seria uma forma de driblar o esquema malicioso, criando novos vínculos entre os parlamentos e a sociedade. Hoje há uma deturpação completa da política, deixando o setor público exposto a uma série de abusos que, vez ou outra, são flagrados pelos órgãos fiscalizatórios.
No caso do cargo de vereador, para aquele que está na sua cidade e iniciando na política, não deveria haver exigência de filiação partidária, ficando esta facultativa ao mandatário. Este instituto deveria valer também para a eleição de deputado estadual. São duas instâncias onde se poderia começar a promover uma mudança de cultura, de mentalidade, varrendo o podre e elegendo pessoas realmente interessadas pela causa pública.

Pesquisa do Ibope no RS apresenta Ana Amélia na frente

Tarso Genro e Ana Amélia

Tarso Genro e Ana Amélia

A disputa pelo Palácio Piratini já começou. Neste final de semana foi divulgada pesquisa do Ibope que aponta Ana Amélia Lemos (PP) com 37%, Tarso Genro (PT) com 31%, José Ivo Sartori (PMDB) com 4% e Vieira da Cunha (PDT) com 2%. Estes números são referentes à sondagem estimulada. Na pesquisa espontânea a disputa é apertada, já que Tarso Genro está com 15% e Ana Amélia fica com 14%.
Para o Senado, na pesquisa estimulada, Lasier Martins (PDT) lidera com 31%, seguido de perto por Olívio Dutra (PT), com 28%, o que indica um empate técnico. Na espontânea Lasier também fica na frente, com 9%, vindo em segundo Olívio, com 8%.
Para ler matéria sobre o assunto, no site de Zero Hora, clique aqui.

PDT deixa Governo do Estado

PDT deixa governoNa foto Ciro Simoni na Casa Civil do Palácio Piratini entregando ontem sua carta de exoneração. Também estão saindo do Governo Tarso os pedetistas Afonso Motta (Gabinete dos Prefeitos) e Kalil Sehbe (Esporte e Lazer). O assunto repercute, em razão também da perda de cadeiras por parte do governo na Assembleia Legislativa.
O PDT parte para uma fase de sondagem e avaliações internas, assim como contatos com outros partidos. Nesta quinta-feira (12) o partido realiza festa de encerramento do ano em Osório, evento organizado pela Coordenadoria do Litoral Norte.

Candidatura própria vence na convenção do PDT

Hoje foi realizada a convenção do PDT gaúcho, no auditório Dante Barone, da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. Conforme o presidente estadual do partido, Romildo Bolzan Júnior, a candidatura própria venceu com 61% dos votos. Os que queriam a permanência no Governo Tarso ficaram com 39%.
Em seguida foi realizada a escolha do pré-candidato a governador, sendo indicado o deputado Vieira da Cunha. Já para concorrer ao Senado foi apontado o jornalista Lasier Martins, recentemente saído da RBS.