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Imbé quer reativar SAMU

Base do SAMU de Imbé

Base do SAMU de Imbé

A Prefeitura de Imbé está buscando uma solução para a reabertura da base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da cidade, cujas atividades foram encerradas no último sábado (3). O contrato com a empresa Líder, que administrava as operações do serviço na cidade, encerrou e não houve interesse na renovação por parte da empresa. Os motivos foram a falta de repasses do Governo Federal e o atraso de recursos vindos do Governo Estadual.
Segundo o prefeito Pierre Emerim, nos próximos dias haverá uma solução para este problema. “Não deixaremos o SAMU parar, ainda mais que estamos a poucos dias do início da temporada de veraneio. Queremos restabelecer o serviço o mais breve possível”, destaca.
Enquanto não for reaberto o SAMU de Imbé, a cidade será atendida pelo serviço localizado em Tramandaí.

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Candidato a vereador é denunciado à Polícia Federal

Emerson Magni

Emerson Magni

O juiz eleitoral de Osório, Juliano Pereira Breda, recebeu denúncia de morador a respeito do candidato a vereador Emerson Magni (PDT) cujo número é 12.192, o que seria uma referência direta ao telefone do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), tendo ocorrido propaganda para voto no 12SAMU. Como Magni vinha sendo secretário municipal de Saúde, haveria um suposto uso de serviço público em benefício eleitoral.
O magistrado decidiu encaminhar a denúncia à Polícia Federal, já que o SAMU é convênio estabelecido entre a União e a administração municipal. A PF vai apurar a existência de crime eleitoral, o que pode acarretar sanções ao candidato.
Agora à tarde conversei com Magni em seu diretório. Ele está tranquilo em relação aos fatos e irá prestar os esclarecimentos quando necessário.

SAMU vira problema para municípios

Palharin expõe problemas durante a reunião

Palharin expõe problemas durante a reunião

A gestão do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) transformou a sessão de hoje da Amlinorte num “Muro das Lamentações” dos prefeitos. No entanto, é sabido que faltou gestão adequada a este setor, pois houve tempo para os acertos, só que a imprevidência e descontrole foram além do limite. Hoje boa parte desta questão está judicializada, desembocando em ações nos fóruns e Justiça Trabalhista. Aqui no Litoral Norte o Consórcio Público bate cabeça de um lado para o outro, mas as pendências permanecem em relação a pessoal e instrumentos jurídicos que normalizem pagamentos e contratações.
Uma novela patética esta. Enfiaram até uma Oscip no meio de tudo isto. Não se sabe quantos interesses há agora no SAMU do Litoral Norte. O problema se agigantará quando bases e ambulâncias começarem a ser desativadas. A gritaria será geral e as desculpas muitas. Mas vamos olhar para trás e ver as improvisações que foram feitas por entidades que imaginava-se estar agindo com o mínimo de competência.
O presidente do Consórcio Público, prefeito Luiz Antônio Palharin (Balneário Pinhal), está entregando as contas e rezando para que haja um acerto entre os municípios, pois as dívidas da entidade, em ações trabalhistas feitas pelo pessoal do SAMU, chegam a R$ 2,3 milhões.

Dívida do Consórcio da Amlinorte ultrapassa R$ 2 milhões

Diretora do CP apresentou tabela aos prefeitos

Diretora do CP apresentou tabela aos prefeitos

Hoje, na reunião da Associação dos Municípios do Litoral Norte (Amlinorte), a diretora do Consórcio Público, Cleres Saraiva, apresentou a tabela para rateio da dívida trabalhista. Ela é resultado das ações interpostas pelo pessoal do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Contratos foram apontados pelo Tribunal de Contas do Estado e depois eles passaram a ser intermediados pela oscip Futura.
A dívida chega a R$ 2,3 milhões e será dividida entre os municípios. O presidente do Consórcio, Luiz Antonio Palharin, afirmou que a entidade precisará realizar contenção de despesas para cobrir este passivo. Também ressaltou que não irá aceitar que prefeitos se omitam deste compromisso.
À reunião faltou mais da metade dos prefeitos da região. Será convocada assembleia para apresentar os números da divisão da dívida aos demais municípios.

SAMU de Osório, uma novela antiga

Pessoal do SAMU de Osório está apreensivo

Pessoal do SAMU de Osório está apreensivo

Na sessão de hoje, da Associação dos Municípios do Litoral Norte (Amlinorte), compareceram integrantes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Osório. Eles estão preocupados com o atraso do salário de setembro e o futuro dos seus contratos, pois a gestão da SAMU no município envolve a Prefeitura, Consórcio Público e a oscip Futura, resultando em problemas relacionados a repasses de recursos e garantia dos contratos.
Trata-se de uma questão que vem de anos, na qual falta racionalidade administrativa e jurídica. O que faz a Futura gerindo este serviço público? Por que tem tanto interesse na manutenção deste modelo? Em Osório a novela prosseguirá.

Concurso para SAMU do Litoral Norte gera reclamações

A Futura – Sistema de Saúde e Assistência Social realizou em janeiro deste ano concurso para provimento de cargos de condutor de ambulância, enfermeiro e técnico de enfermagem nas unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) nos municípios de Capão da Canoa, Imbé, Osório, Palmares do Sul, Balneário Pinhal, Tavares, Terra de Areia e Xangri-Lá. Para conferir o edital do certame clique aqui.
Como até agora não foram chamados, os classificados estão se organizando para apresentar denúncia ao Ministério Público, também podendo ingressar com ação na Justiça. Alguns já até adquiriram imóvel no Litoral, contando com a nomeação.
O concurso foi realizado pela empresa KR Concursos cujo sítio na internet encontra-se desativado, gerando desconfiança nos interessados.
Os prefeitos, em reunião da Associação dos Municípios do Litoral Norte (Amlinorte), aprovaram em setembro de 2014 a realização de concurso para a SAMU na região.
A Futura é uma Oscip, ou seja, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, que terceiriza junto à Amlinorte a contratação de pessoal, o que vem sendo alvo de apontamentos do Ministério Público e Tribunal de Contas, também resultando em processos judiciais.

Funcionamento do SAMU preocupa prefeitos do Litoral Norte

Questão foi debatida na Amlinorte

Questão foi debatida na Amlinorte

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi debatido na reunião desta sexta-feira (3) da Associação dos Municípios do Litoral Norte (Amlinorte). Na região há unidades que estão operando sem a presença de médico, o que preocupa as autoridades.
Até o final do ano a Amlinorte fará licitação para definição da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que contratará o pessoal do SAMU. Hoje este serviço é feito pela Futura Sistema de Saúde.
O interessante seria o poder público atuar diretamente junto ao SAMU, sem a necessidade de intermediadora, uma Oscip. Já houve rusgas no último verão em razão do atendimento a uma criança que caiu da sacada de um hotel, em Capão da Canoa. O Governo do Estado e as prefeituras precisam chegar a um entendimento, disponibilizando serviços emergenciais qualificados na região, fugindo da improvisação.