Marcado: SUS

Principais atribuições dos gestores municipais do SUS

•Identificação de problemas e definição de prioridades no âmbito municipal.
•Planejamento de ações e serviços necessários nos diversos campos.
•Organização da oferta de ações e serviços públicos e contratação de privados (caso necessário).
FONTE: Fiocruz

Abrahão é corresponsável pela crise do Hospital

Eduardo Abrahão

Eduardo Abrahão

Engolfado por forte crise financeira, o Hospital de Osório é depositário de grande parte das esperanças da comunidade que busca resolver seus problemas de saúde. Neste contexto convém fazermos uma reflexão sobre a responsabilidade da política local em relação ao Hospital, gerido por entidade filantrópica de direito privado.
O prefeito Eduardo Abrahão (PDT) não possui responsabilidade direta sobre tudo aquilo que acontece no Hospital. Por outro lado, há uma ideia que se infiltra na comunidade, apontando o que seria uma neutralidade do Executivo Municipal em relação ao São Vicente. Trata-se de tese tendenciosa, mascarando a influência política no setor.
A responsabilidade direta pelo que ocorre no Hospital é da sua direção, ela que enfrenta atrasos de repasses do Estado e as minguadas verbas do SUS, estabelecidas por uma tabela totalmente defasada.
O prefeito Eduardo Abrahão, então, está isento da crise no Hospital de Osório? Não. Possui uma corresponsabilidade, pois a instituição integra a rede de pronto-atendimento da população, recebendo verba mensal da Prefeitura. Basta ler a Lei Orgânica de Osório para saber da responsabilidade do Executivo Municipal com a saúde pública, dividida com Estado e União. Além do mais, o prefeito possui instrumentos jurídicos e administrativos para influir diretamente na saúde pública local.

Hospital de Osório: uma crise anunciada há muito tempo

saúde em criseHoje recebi mensagem de uma angustiada funcionária do Hospital de Osório, relatando problemas no atendimento de pacientes, sobrecarga de trabalho, atrasos de salários, lotação de alguns setores e a irritação de muitas pessoas.
Trata-se de uma tragédia anunciada há muito tempo, pois é instituição que passou a depender excessivamente dos recursos da Prefeitura, ao mesmo tempo não evoluindo do ponto de vista organizacional e tecnológico, o que hoje é essencial para qualquer hospital que almeja progredir e qualificar seu atendimento à população.
O Hospital São Vicente de Paulo perdeu uma oportunidade valiosa no ano passado quando poderia ter adotado o modelo 100% SUS, o que irrigaria seu caixa com recursos abundantes e poderia abrir as portas para uma nova fase.
De minha parte sempre defendi um novo modelo de gestão para o Hospital de Osório, com atuação de fundações e entidades que poderiam conectar a instituição a profissionais e gestores com visão de futuro, fugindo da improvisação e daquela administração voltada apenas para os compromissos do próximo mês.
QUANDO O HOSPITAL TERÁ UTIs?
Foram construídas alas com Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) no São Vicente, só que para colocá-las em operação os custos são enormes, pois é preciso pagar uma equipe de profissionais intensivistas, o que por si só aponta para a necessidade de um aporte de recursos que hoje não podem ser cobertos pela Prefeitura e Governo do Estado.
As oportunidades passaram e a comunidade continua aguardando uma solução. A Emergência atua de forma provisória no Posto Médico da Secretaria Municipal de Saúde e as ambulâncias precisam se desdobrar rumo a outras cidades.
Hoje colhe-se o que foi plantado ao longo dos últimos 15 anos. Quem terá coragem de pensar o futuro de forma diferente? Apenas aqueles que abrirem suas cabeças para uma nova proposta, calcada no profissionalismo, pensando primeiro nos trabalhadores e pessoas menos aquinhoadas, aquelas que dependem de um bom desempenho do SUS, hoje emparedado pela falta de visão administrativa e política em Osório.

Hospital de Osório interditado e cercado de dúvidas

Hospital de Osório

Hospital de Osório

As obras prosseguem no Hospital São Vicente de Paulo desde o incêndio de maio e a sua interdição. Na cidade circulam os mais diversos questionamentos em relação ao futuro da instituição, a princípio em comprometedora situação financeira.
Até hoje a direção se baseou na filantropia como pilar de gestão e manutenção das atividades, mas os problemas surgiram em cascata, acompanhados de trabalho no sentido de dotar o Hospital de maior resolutividade.
Há quatro anos defendo neste blog uma mudança administrativa na entidade, com alinhamento à legislação que rege o Sistema Único de Saúde (SUS). Por falar nisto, estamos aguardando do Tribunal de Contas do Estado o relatório de uma auditoria realizada recentemente. Queremos saber como o dinheiro da população de Osório está sendo usado neste setor.

Fundação qualificou atendimento hospitalar em Tramandaí

Reunião foi na Câmara Municipal de Tramandaí

Reunião foi na Câmara Municipal de Tramandaí

“O Hospital de Tramandaí se transformou no mais importante do Litoral Norte”, afirmou hoje Juarez Verba, diretor-geral da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas, a vereadores e público presente ao plenário da Câmara Municipal.
A reunião em Tramandaí foi marcada em razão de reclamações vindas da população e alguns vereadores decidiram encaminhá-las à direção do Hospital. Estava presente também o deputado Ciro Simoni (PDT), ex-secretário estadual da Saúde e um dos que trabalhou para recuperar o Hospital.
Conforme Juarez Verba, será construída na entidade um centro obstétrico e uma UTI neonatal. Também está prevista a reforma do piso onde encontra-se danificado.
O Hospital de Tramandaí recebe 100% dos recursos dos governos estadual e federal, atendendo apenas ao SUS, não podendo trabalhar com convênios particulares. “Não podemos ter porta dupla de atendimento”, afirmou. Juarez esclareceu que os convênios particulares não representariam um volume de recursos suficientes para manter a instituição em funcionamento. Hoje ela recebe cerca de R$ 4,6 milhões por mês do setor público, valores que jamais seriam alcançados mediante serviços para planos particulares.
“A saúde não pode ter demagogia partidária”, disse o vereador Clairton Sessim (PP). O parlamentar fez um histórico do Hospital local, relembrando quando em 2012 estava fechado e houve a chegada da fundação e do Governo do Estado para ser encaminhada uma solução duradoura.

Movimento reivindica reajuste da tabela do SUS

Manifestação em Criciúma (SC)

Manifestação em Criciúma (SC)

Enquanto acontecem fortes protestos nas capitais contra os preços do transporte coletivo, em algumas cidades há mobilização no sentido de reajuste da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), como no caso de Criciúma. Hospitais de pequeno e médio porte sofrem muito com os minguados recursos vindos através do SUS. O resultado é um estrangulamento das contas destas instituições que precisam se socorrer dos municípios e governo estadual.
O Congresso Nacional deveria se articular para reformatar o SUS, reforçando os recursos para cidades que têm polos regionais de atendimento, caso de Osório e Criciúma. Só que nossos parlamentares parecem passar ao largo das questões, centrando o foco em recursos via emendas ou reforçando reivindicações feitas há meses atrás. Está na hora de olhar para a realidade do SUS, um crônico problema que tem a ver com o atendimento à população de menor renda.

Auditoria do SUS não é ficção

Denasus realiza mais de 1100 auditorias em 2012
O número aumentou 16% em relação ao ano passado e boa parte teve iniciativa programada pelo próprio departamento.
O Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), órgão integrante da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde e componente federal do Sistema Nacional de Auditoria (SNA), vem proporcionando uma mudança positiva na gestão da saúde pública no Brasil. Além disso, o Denasus está otimizando o uso de recursos do SUS com a finalidade de diminuir o desperdício e a combater a corrupção.
Para ler notícia completa clique aqui.
Fonte: site do Governo da Bahia.